Encardenação: Capa dura revestida a papel couché impresso a cores Código: 1023896 Número de Páginas: 144 Número da Edição: 1ª Formato: 12,5x20,3 cm
Qual o futuro da psicanálise? Giorgio Abraham, sexólogo e psicanalista italiano, revisita as teorias da psicanálise desenvolvidas em finais do século XIX por Sigmund Freud. Revolucionário o conceito de inconsciente e pulsão sexual, Freud usou a interpretação dos sonhos e a associação livre para chegar mais longe na análise do comportamento humano. Com este regresso aos domínios da mente, questiona-se a actualidade e os desafios que se impõem hoje à psicanálise. Freud foi o primeiro a falar de inconsciente. Com uma simples palavra abriu espaço para uma miríade de questões sobre o homem e o seu comportamento. Se existe um domínio que escapa à consciência então esse outro lado do humano tem de ser captado de forma indirecta. A interpretação dos sonhos e a associação livro passam a ser os seus grandes instrumentos de análise. Natural da Morávia, Áustria, Sigmund Freud utilizou pela primeira vez o conceito de inconsciente em 1896. Seguiram-se anos de estudo e polémica em torno da importância da sexualidade. Inovadora para a época, a psicanálise enfrenta hoje um outro tipo de desafios. Giorgio Abraham, professor na Universidade de Genebra e Torino, sexólogo e psicanalista, analisa os fundamentos da psicanálise e questiona a sua actualidade.