Encardenação: Capa dura revestida a papel couché impresso a cores Código: 1042254 Número de Páginas: 366 Número da Edição: 1ª Formato: 17,5 x 25 cm
Diário de guerra. As feridas sararam mas ficou a memória. Beja Santos, conhecido pelo seu empenho na defesa do consumidor, decidiu partilhar, passados mais de 30 anos, a sua experiência na guerra da Guiné. Um relato pessoal e tocante da sobrevivência entre Bambadinca e o Cuor. A morte, a violência, a amizade, a beleza de uma terra de horrores e inesquecível beleza.
O importante testemunho de um alferes em plena guerra.
Beja Santos manteve um diário durante os dois anos de comissão na Guiné. Guardadas essas dolorosas palavras (de doloroso experiência), só três décadas depois o autor decidiu abrir as páginas do seu diário para leitura. Precisou que o tempo passasse, e precisou de fazer uma viagem ao interior de si mesmo. Nessa maturidade de um tempo vivido entre o medo e a descoberta, Beja Santos edita, em dois volumes, os seus diários de guerra.
Organizado por meses, este primeiro volume abarca os anos de 1968-69. Do Cuor a Xine e Xitole, podemos conhecer, na primeira pessoa, a experiência de um jovem alferes que se percebe imerso num conflito de vida e morte, entre a fragilidade e a crueldade dos homens.
A todos toca a doença. Numa ou noutra altura da vida, em diferentes idades e com diferentes graus de gravidade, recorremos à medicina e farmacêutica. Uma valiosa ajuda. Tão valiosa que Mário Beja,(...)
Memórias de um alferes. Beja Santos, volvidos trinta anos sobre a Guerra Colonial, decidiu assentar histórias e vivências. Depois de «Na Terra dos Soncó» em que descreve o seu primeiro ano na Guiné,(...)