Encardenação: Capa dura revestida a papel couché impresso a cores Código: 1047850 Número de Páginas: 432 Número da Edição: 3ª Formato: 15,5 x 24 cm
Grande romance histórico
Os ventos da história, a força do amor. Xénia era ainda uma criança quando assistiu à morte do pai, um aristocrata russo. Obrigada ao exílio faz-se mulher pela dureza das circunstâncias, exilando-se em Paris com os irmãos. Na capital francesa cruza-se com um jovem e talentoso artista alemão. Enquanto ela tenta vingar no mundo da moda parisiense, Max assiste impotente à ascensão de Hitler ao poder. Entre guerras e revoluções a sua história de amor parece condenada. Ou será que mesmo em tempos de guerra se podem viver uma grande história de amor? Um apaixonante romance histórico a fazer-nos viajar aos loucos anos 20/30, num envolvente fresco de época.
Xénia Ossoline era uma linda e mimada menina russa. Com o eclodir dos primeiros tumultos da Revolução, o seu pai é assassinada e Xénia obrigada a fugir com os irmãos para Paris. Dos sangrentos dias vividos em São Petersburgo aos loucos anos 20 em Paris, Xénia faz-se uma mulher forte e decidida, mas não preparada para amar. Quando conhece Max, um artista alemão que acabará por ver todos os seus amigos destruídos pelos nazis, Xénia não estava preparada para se deixar levar por esse amor que a arrebatava (e assustava). Poderá a sua história de amor sobreviver a tão conturbados dias?
Seguindo o percurso de Xénia e Max conhecemos (do lado de dentro) os conflitos que marcaram a história da Europa. Um poderoso romance a lembrar clássicos como «E Tudo o Vento Levou».
«No coração de uma Europa prisioneira do totalitarismo os protagonistas vivem uma tumultuosa paixão.»
www.beldfond.fr
«...escrito com surpreendente paixão.»
Le Figaro Magazine
«Fascinante trabalho de uma talentosa romancista.»
Voltar ao grande romance. Viver, página a página, a intensidade de uma história de amor, perda, força e coragem. Xénia escapou à Revolução Russa e à guerra, mas o seu coração está ainda por sarar.(...)
Natural de Paris, onde nasceu no ano de 1965, de ascendência húngara, Theresa Révay confessa que sempre viveu entre livros. No passado, a sua família deteve uma importante casa editorial na Hungria pelo que quando, aos nove anos de idade, escreveu a sua primeira história, dava então, apenas, os primeiros passos numa ligação ao mundo dos livros que se manteria pela vida fora. Estudou Literatura Francesa na prestigiada Sorbonne, trabalhou como tradutora e leitora de obras. Em finais dos anos 80 editou os seus primeiros dois romances, «L’Ombre d’une femme» e «L’Ouragane». Opta depois pelo romance histórico publicando «Valentine», «Livia Grandi» e «As Luzes Brancas de Paris».