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Danielle Steel
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Danielle Steel
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Lisa Gardner
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MªTeresa Aica de Figueiredo Bairos
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Danielle Steel
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Lisa Gardner
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Danielle Steel
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MªTeresa Aica de Figueiredo Bairos
A implantação da República na Imprensa Portuguesa
Autor:Nair Alexandra Tomás F.de S.Rocha
Disponibilidade: Em Stock.
Preço Editor: € 23,90
Preço Círculo: € 14,10
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“Entre os maços de documentos e livros que enchem as bibliotecas e arquivos portugueses encontram-se jornais e revistas, em colecções mais ou menos antigas, habitualmente muito incompletas e irregulares — senão mesmo inexistentes. Entre nós, a Imprensa tem sido uma fonte documental pouco acarinhada, pese o facto de, nos últimos anos, os investigadores virem a reconhecer-lhe uma importância cada vez maior — merece destaque o trabalho pioneiro do investigador e ensaísta José Tengarrinha neste campo(...)

Sumário
1    INTRODUÇÃO
2    CONTEXTO
3    FACTOS
4    MONARQUIA
5    IGREJA
6    IMPRENSA MONÁRQUICA
7    IMPRENSA REPUBLICANA
      9 BIBLIOGRAFIA

(...) a razão deste trabalho (...):
A consulta da imprensa é uma fonte fundamental para se conhecer melhor um momento da História do país. Esse tempo, um dos mais agitados e interessantes do século XX português, sobre o qual passam cem anos, correspondeu ao fim de um ciclo de sete séculos e à inauguração de um regime político jamais até então concretizado na História portuguesa. Foram tempos turbulentos. Inesquecíveis. Entusiásticos, magníficos. Tenebrosos, assustadores. Os momentos finais da Monarquia portuguesa foram tudo isto para quem os viveu, e a diversa panóplia da imprensa de circulação nacional de então, da radicalmente republicana à ultramontana, espelha bem as forças em conflito, retratadas não só nas páginas onde se imprimiam os jornais — muitos deles claramente opinativos, armas de arremesso de facções políticas —, mas também em testemunhos que nos dão conta do ambiente febril que se vivia nas redacções, por onde circulavam políticos e intelectuais, onde se conspirava e manobrava, e onde nasciam casos, polémicas, pelo dia fora e madrugada dentro, no Porto e em Lisboa, entre o Bairro Alto e o Chiado, onde se concentrava a vida jornalística — e numa altura em que a rua marcava muito mais o ofício diário do repórter do que hoje, nos largos escritórios onde se enfileiram secretárias, computadores e telemóveis, nessa organização em open space de tipo fabril que tende a predominar nas redacções.”