“Comecei a correr aos quarenta anos, apenas. Com o tempo, fui aumentando as distâncias percorridas e participando em provas populares. No meu imaginário, a maratona representava algo de inalcançável. Todavia, fascinava-me o esforço, sofrimento e abnegação dos corredores. Quis o acaso que assistisse a algumas transmissões televisivas da maratona de Nova Iorque. Inconscientemente, percebi que gostaria de estar ali, a correr.“ É desta forma que António Goucha Soares, professor universitário, explica a decisão que tomou de cumprir um objetivo: a maratona.
“Como se passa de praticante de jogging a corredor de fundo acidental?”
in A Maratona de Nova Iorque